domingo, 21 de agosto de 2016

Será que um dia aprendemos a viver? Digo, será que quando for nosso último momento, nosso último suspiro, saberemos se foi o suficiente? Será que entendemos o certo e o errado? Não sabemos o quanto irá durar ou o tempo que se leva para acontecer, mas até lá fazemos dos nossos momentos como se fosse irrevogável? Vivo ás vezes colecionando minutos, mas não irão ser aproveitados. Insistimos tanto ás vezes em problemas que não são prioridades e o desgaste nos faz cansados, acomodados e amargurados. Sentimos sede em nos relacionar, mas pra sermos companheiros ou cárceres? Positivamente, na teoria, tudo sai perfeitamente bem. Suas ações são como seus pensamentos? Temos desejos, vontades e quantas vezes deixou de realizá-los por insegurança ou por ser seguidor de regras não imposta? Ocasionalmente, esperamos e mudamos de ideia. Já pensou como seria se tivesse seguido em frente? Qual a possibilidade de descartar uma consequencia? Viver talvez seja isso, voce não deixar de fazer algo o tempo todo, conhecer seus medos, seus receios, suas vontades, seus dons, seus desejos e fazer deles uma conduta pra toda vida.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Somos alvos só de estarmos vivos. Nossa competência depende de nossas vontades e nossos princípios, só aprendemos aquilo que está em nosso interesse, em nossa sede de conquistas. Realização é uma tarefa árdua, pois se fossem planos fáceis de vitórias não seriam sonhos, sonho é algo que queremos, mas precisamos batalhar duro, muito para atingir o ápice da nossa resistência e provar para nós mesmos que nossos desejos podem ser atingidos á curto ou longo prazo e só dependerá de quanto suor iremos gastar. Trabalhar sem recompensa não nos torna produtivo nem gananciosos, nos torna humanos com necessidades. Tudo se tem um preço, se torna uma troca, tem consequências e só evolui se permitimos. O que é trabalhar para viver? Trabalhar não nos tornam vitalícios, mas torna possível uma continuidade para nosso ciclo e manutenções a nossa linda origem. Nossa linhagem é curta e damos muita importância a uma futura geração que só será bem-posta se fizermos do nosso presente perfeitamente útil, prolífero e úbere. Não teremos abundancia, vigor perpétuo eternamente. Somos seres ilimitados, descobridores, nada nos impede de sermos o que queremos ser, de fazermos nossas escolhas, de sermos conhecedores, para que tenhamos sempre razão e tornar nosso trabalho um grande lazer e não uma obrigação. O funcionamento de um serviço não pode ser bem feito somente por ter um espectador, não importa quem o fez, importa que a execução seja reconhecida; nosso talento começa quando surpreendemos, não quando cansamos a visão alheia. O cansaço nos faz sentir útil. Calçados gastos nos dão a certeza de um caminho menor para percorrer. Roupas velhas são sentidas pelo suor e deterioram pelo progresso. Nossos problemas nos impulsam para definirmos soluções promissoras. Não pensemos, agimos. Tudo tem um preço e seja qual for, será um sacrifício que vale a pena encarar.